F. W. Faber

 

“Jesus nos pertence. Ele se dignou colocar-se à nossa disposição. Ama-nos com um amor que nenhuma língua sabe exprimir. Ama-nos mais do que o nosso intelecto possa entender, ou a nossa fantasia conceber. E ainda tem a condescendência de desejar que nós o amemos.

Seus méritos podem ser considerados tanto seus quanto nossos. Sua redenção é menos tesouro seu do que nosso”.

“De qualquer lado que lancemos a vista, dentro da Igreja de Deus, lá sempre vemos Jesus. Ele é para nós, princípio, meio e fim. Ajuda-nos em nossas penitências; consola-nos em nossas penas; sustenta-nos em nossas aflições. Podemos exagerar em muitas coisas, mas nunca podemos exagerar a grandeza das misericórdias e do amor de Jesus em nós. A eternidade não bastará para conhecermos o que é e o amor que tem por nós”.

“Reunamos o amor espantoso de todos os santos, que passaram dias ininterruptos em êxtase de amor…

Juntemos o amor divino do coração de Maria Santíssima que, segundo Sto. Afonso, supera o amor de todos os anjos e santos juntos. Tudo isso não passa de uma pálida imagem do amor de Jesus por cada um de nós”.

“O que me espanta, não é que ele conduza a tão longe seu amor por nós, mas simplesmente que sinta amor por nós… que não temos nenhum título ao seu amor, a não ser talvez nossa miséria e maldade. E tão malagradecidos nós somos para com ele”.

 

Teologia das Realidades Celestes: Padre João Beting CSsR