“Sou todo amor. A maior mágoa que os homens me possam causar é duvidar da minha bondade. Meu coração não só se compadece, até mesmo se regozija quando encontra muita coisa para corrigir e aperfeiçoar… Se para todos sou bom, sou boníssimo para aqueles que em mim confiam. As almas confiantes arrebatam, roubam minhas graças”. “Minha misericórdia alimenta-se de misérias.

Cresce tanto quanto maior o número dessas misérias. Ó Benigna, se os homens soubessem quanto eu os amo e quanto se rejubila meu coração, quando se crê em meu amor… Podem os pecados ser enormes e numerosos, estou sempre disposto a tudo perdoar, a tudo esquecer.”

“Benigna, tu és a apóstola da minha misericórdia; escreve, que faço as minhas melhores obras primas com os mais miseráveis elementos, contanto que me deixem trabalhar”. “O maior dano é a desconfiança. É certo que cem pecados me ofendem mais que um; mas se este um é uma desconfiança, magoa-me no íntimo do coração”.

“Não podes calcular o prazer que sinto em cumprir minha missão de Salvador. É a minha maior consolação.

Faço minhas maiores obras-primas com as almas que arranquei do abismo do mal. Pecados e imperfeições são pedras preciosas; eu as transformo em atos de humildade…

Se os homens, na construção de casas, pudessem aproveitar as ruínas e os entulhos como material de construção, que vantagem seria. A alma confiante transforma suas faltas em pedras fundamentais do edifício de sua perfeição”.

Tal a mensagem de Josefa Menendez.

Jesus: “O meu amor e a minha misericórdia para com as almas não conhece limites. Desejo perdoar. Repouso perdoando. Estou sempre esperando com amor a volta das almas. Não desanimem. Não tenham medo. Sou seu pai”.

“Não é o pecado que mais fere meu coração. O que o despedaça é que não venham refugiar-se em mim, depois de terem pecado. Desejo perdoar. Quero que se anuncie isto a todo o mundo”

“Quero que todos saibam que sou o Deus do amor.

Amo tanto as almas que dei minha vida por elas. Desejo que venham lavar suas faltas, não com água, mas com meu sangue. Quero que creiam na minha misericórdia.

Que espere tudo da minha bondade. Que não duvidem nunca do meu perdão. Por isso, inclina-se para os pobres pecadores com infinita misericórdia”. “Amo as almas quando humildes vêm pedir perdão do primeiro pecado.

Amo-as, quando choram seu segundo pecado. E se esse se repetir um bilhão de vezes, digo: um milhão de bilhões, amo-as e perdôo sempre. Lavo no mesmo sangue o primeiro e o último pecado”.

“Não me canso das almas. Meu coração sempre as espera, por mais miseráveis que sejam. Eis o que desejo explicar; ensinem-no aos pecadores: a misericórdia do meu coração é inesgotável. Ensinem às almas frias e indiferentes que meu coração é fogo. Ensinem às almas piedosas que o meu coração é o caminho da perfeição. Ensinem às almas consagradas, aos sacerdotes, aos religiosos, às minhas almas escolhidas… Peço-lhes mais uma vez que me dêem seu amor e nunca desconfiem de mim.

Que me dêem sua confiança. Não duvidem de minha misericórdia.

É tão fácil esperar tudo do meu coração”. “Olha minhas chagas! Aqui quero introduzir os pecadores”.

Teologia das Realidades Celestes: Padre João Beting CSsR

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