Sta. Teresinha tem a idéia de ser missionária, trancando-se atrás dos quatro muros da clausura, e ficar rezando.

Leia o capítulo final para ver como deu certo.

 Teologia das Realidades Celestes: Padre João beting CSsR

Carlos de Foucauld: “Corramos por meio da oração, atrás dos pecadores. Em nossa prece, peçamos a Jesus para amá-lo, e peçamo-lhe que todo o mundo o ame. Ou então, creio que este é o melhor sistema, digamos-lhe toda manhã, que tudo quanto pedimos para nós, pedimo-lo também, sempre, por todos os homens sem exceção.

Dito isso, não me parece que devamos nos preocupar com os outros. Não pensemos mais nas criaturas. E falemos com o Esposo, só sobre ele e nós, como se ele e nós estivéssemos sozinhos no mundo. Quanto mais pedirmos para amá-lo de todo o coração, tanto mais faremos bem à humanidade inteira, que tem parte em todas as nossas preces”.

Ainda figure nesta antologia a palavra do venerável clérigo capuchinho, Frei José Maria de Palermo, que de moleque número um tornou-se frade santo. Dize com ele:

“Por cada pecado meu, uma alma”.

Sentindo o fervor espiritual, pensamos expressá-lo bem com mortificações corporais, sempre úteis e às vezes necessárias. Tal como sóror Consolata Betrone, +1946. Havia um pecador a converter: seu tio de nome Felice, mas de fato infeliz, muito infeliz. Até os sessenta anos nunca se confessara; nunca recebera a santa comunhão.

Depois de ela ter passado uma semana a dormir sobre tábuas, com disciplina diária e dois cilícios por dia, ao fim da novena Felice declarou-se disposto e até satisfeito de ir para o inferno. Foi para Consolata o sinal. Entregou à superiora todos os seus instrumentos de penitência.

“Jesus não quer isto de mim”. Jesus: “O cilício de penitência que quero de ti é amar-me sem cessar”. E tio Felice converteu-se pelos atos de amor de Consolata.

Cada alma recebe de Deus sua missão, sua melodia própria. Uns trabalham com ferro e fogo. Outros só com o fogo do amor de Deus.

Disse Elisabeth da Trindade, com graça peculiar, que quer “fazer Jesus esquecer as ofensas, à força de amor”.

Terminamos o capítulo com Charmot: “A oração salva muito mais almas que a ação. E toda ação tira a força redentora da oração que a fecunda”.

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