Leonardo de Porto Maurício

Começou sua vida sacerdotal vomitando sangue à toa, “sem fazer nada”. Depois, missionário ativo, por quarenta e quatro anos, pregando até quatro vezes por dia e passado o resto do dia sentado no confessionário.

Para descansar, escreveu livros, onze grossos volumes. E para santificar-se e a seus ouvintes, oferecia trinta e três vezes por dia o Sangue de Jesus ao Pai Eterno.

Maria de St. Pierre, OCD

Jesus: “Dou-vos minha Face. Dou-vos meu Coração. Dou-vos meu Sangue. Abro-vos minha chagas. Hauri e difundi. Comprai sem dinheiro. Meu Sangue é o preço das almas. Que sofrimento o de meu coração, ao ver que os remédios que me custaram tanto são desprezados. Pedi ao meu Pai tantas almas quantas as gotas de sangue que derramei na minha paixão”.

Marta Chambon, OV

Jesus: “Uma das minhas criaturas traiu-me e vendeu meu Sangue. Mas vós podeis resgatá-lo tão facilmente, gota por gota. Uma só gota basta para purificar o mundo todo e vós nem pensais nisto. Nem conheceis o preço”.

Josefa Menendez

Muito sangue saindo da chaga do coração. Jesus: “Repete comigo: Pai Eterno, considera estas almas tintas pelo Sangue de teu Filho… Este Sangue não seria bastante poderoso para salvar todas as almas?”.

 

Sta. Teresinha

“Olhando certo domingo uma fotografia de N. Senhor na cruz, fiquei emocionada vendo o sangue que corria de uma de suas mãos divinas.

 Senti grande dor, pensando que esse sangue caía por terra sem que ninguém se apressasse em recolhê-lo. Resolvi conservar-me em espírito ao pé da cruz, para o recolher, e em seguida espalhá-lo sobre as almas.

O grito de sede de Jesus na cruz ressoava continuamente em meu coração: tenho sede… Queria dar de beber ao meu bem-amado e sentia-me também devorada pela sede das almas” (Vida 131).

Teologia das Realidades Celestes

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