Madalena de Pazzi, +1609

Penitencia-se, padece e pede a Deus mais sofrimentos pela conversão dos pecadores. Pega de um crucifixo e reza: “Tu, ó Senhor, quiseste morrer na cruz e doar todo o teu sangue pelos pecadores. Eu também quero dar todo o meu sangue e minha vida para que eles se convertam”.

Recebeu a coroa de espinhos. Foi estigmatizada.

Recomenda-nos oferecer o sangue de Jesus pelos pecadores.

Ela o fazia cinqüenta vezes por dia. “O Sangue de Jesus adorna as almas como a primavera adorna a terra de flores”.

“Uma das razões pelas quais Deus nos tirou do mundo, é para auxiliarmos a Igreja na conversão dos pecadores”.

Aconselhava pedir a conversão de tantos pecadores quantos passos damos pelos corredores dos mosteiros…

Quantas palavras pronunciamos no Ofício Litúrgico… quantas agulhadas damos na costura…

Jesus confirma: “Podeis socorrer a todas as minhas criaturas. Ide, ajudai a estas pobres almas que se perdem. Oferecei-me vossa vida”.

Rosa de Lima, +1617

Jesus: “Quero que me honres com a prática de uma severa abstinência. No mais, não te preocupes com os resultados. Quem deu sua vida por ti na cruz. quem te remiu derramando todo o seu Sangue, quem enche tua alma de graças saberá tomar cuidado de teu corpo e sustentá-lo sem o alimento de carne. As leis da natureza foram feitas por mim, mas não para mim”.

Comentando aquele leito de cacos de cerâmica no qual a santa “descansava” por dezesseis anos, diz Jesus:

“Lembra-te, filha, que o leito da cruz sobre o qual eu adormeci no sono da morte era mais duro, mais estreito, mais horrível que o teu. Eu não dormi sobre pedras, mas pregos de ferro me amarraram e me sangraram. O fel também não me foi poupado… Pensa em tudo isto quando estás fraquejando; e teu amor por mim te dará forças e coragem”.

“O sofrimento é sempre a companhia da graça. A graça é proporcional à dor. A media dos meus dons aumenta com a medida das provações”.

“A cruz é a verdadeira, a única escada para subir ao céu”.

Teologia das Realidades Celestes

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