Maria do Sagrado Coração, +1899

(Droste-Vishering)

Jesus: “Salvei a humanidade pela cruz. E pela cruz santifico agora as almas. Quanto mais eu pregar uma alma na cruz, quanto mais tornar-se uma alma semelhante a mim pela cruz, tanto mais estarei unida a ela.Os sofrimentos dos meus eleitos continuam a minha obra de redenção.

Estou unido a todas, mas escolhi algumas almas de modo especial para uma união mais completa e toda especial”.

“Quero que sofras sem alivio, sem consolo natural.

Eis o quadro dos sofrimentos, isto é, o quadro do amor.

Eu te escolhi como vitima. Como holocausto dou-te novamente meu Coração com seus tesouros. Tua divisa deve ser: amor, sacrifício, reparação. Deixa-te jogar como uma bola”,

“Convido-te a sofrer pelo sacrilégio. Chamo-te à oração, ao sacrifício, ao sofrimento. Tuas dores aumentarão. Prepara-te para mais”.

“Jesus apresentou-me dores, perseguições, calúnias, desprezo de todos etc. Aceitei tudo. Não pude resistir ao seu pedido”.

“Jesus garantiu-me que pelo sofrimento será completado mais rapidamente o número de almas que eu devo salvar”.

Sta. Teresinha, +1897

“Ah! como é bela a vocação que tem por fim conservar o sal destinado às almas. Esta vocação, que tem por único fim nossas orações e sacrifícios, é sermos apóstolas dos apóstolos. Esta vocação é a do Carmelo” (Vida, 159).

“No exame antes da profissão declarei o que vinha fazer no Carmelo. Vim para salvar almas e sobretudo para rezar pelos sacerdotes… É preciso tomar os meios. Jesus me fez compreender que era pela cruz que ele queria darme almas” (Vida, 192).

“Vejo que só o sofrimento pode gerar almas segundo as sublimes palavras de Jesus: se o grão de trigo não morrer…” (Vida, 219).

“Não podia crer que houvesse ímpios sem fé. Achava que falavam contra seu pensamento, negando a existência do céu… Desde a Páscoa de 1895, Jesus me fez sentir que há verdadeiramente almas que não têm fé e que perderam, pelo abuso da graça, este tesouro” (Vida, 267).

“Vossa filha, ó Senhor, pede perdão pelos seus irmãos.

Aceita comer o pão da dor enquanto quiserdes. E não quer levantar-se desta mesa cheia de amargura em que comem os pobres pecadores, antes do dia que marcastes” (durou até a morte, em 1897) (Vida, 268).

“Para mim não é um véu, é uma parede que se eleva até aos céus e cobre o firmamento estrelado” (Vida, 270).

Teologia das Realidades Celestes

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