Archive for abril, 2014


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A assombrosa conversão do padre Adrien Mamadou Sawadogo

Era un joven musulmán y devoto, pero se le apareció «Alguien de blanco brillante» y hoy es sacerdote

Era um jovem muçulmano e devoto, mas apareceu «Alguém de branco brilhante» e hoje é sacerdote

Recepção do padre Adrien -à direita- em sua missão no Zâmbia, na diocese de Chipata

P. J. Gines/ReL- 15 abril 2014-religionenlibertad.com

Adrien Mamadou Sawadogo foi muçulmano até os 22 anos. Desde 2006, é missionário católico, religioso dos Padres Brancos, e posteriormente sacerdote nesta congregação, missionário no Zâmbia, muito longe de sua Burkina Faso natal.

Sua conversão ao catolicismo lhe trouxe dificuldades. Mas ele tem claro que parte de sua vocação é ser ponte entre três mundos: o cristianismo, o Islã e a África. E que seu chamado, sua vocação, vem do mesmo Cristo, algo que viveu clarissimamente.

Uma família muçulmana e piedosa
“Sou o filho mais velho de um muçulmano de Burkina Fasso. Meu pai, El Hadj Sawadogo, é muito respeitado na comunidade muçulmana, por sua profunda fé em Deus, sua prática religiosa, a vida de caridade para com os mais pobres da sociedade, sua discreção e sua constante busca de justiça e de reconciliação. Ele me educou na fé muçulmana que recebeu dos seus. Eu era muçulmano desde o ventre de minha mãe, quando recebi a cerimônia do nome e me chamaram Mamadou, o mesmo nome de Maomé”.

O hoje Padre Adrien recorda que em sua juventude e adolescência muçulmana realizava disciplinadamente suas 5 orações ao dia e colocava a ajuda aos mais pobres no centro de sua atividade, sempre atento às famílias mais necessitadas de sua comunidade e sua escola.

Nas orações e pregações de sua mesquita nas sextas-feiras aprendeu coisas que a ele ainda servem: que só a fé em Deus dá sentido à vida do homem e que Deus é compaixão e misericórdia.

No colégio, na adolescência, tinha companheiros de classe cristãos, que riam dele por realizar seus 5 momentos de oração ao dia. Mas o jovem Mamadou não se sentia especialmente ofendido: como iam entender a importância da oração, se não eram muçulmanos?, pensava. Claro que eram ignorantes e estavam equivocados!

 

O padre Adrien com uma das religiosas de sua missão no Zâmbia

Uma experiência mística radical
Mamadou não se fez cristão porque pensasse que o Islã que ele conhecia estivesse equivocado ou fosse danoso: não era essa sua vivência nem a de sua família nem de sua comunidade.

Mamadou se fez cristão porque teve um encontro com Jesus.

“Uma noite, depois de meus exercícios de Taekwon Do, fui para casa de bicicleta. De repente, uma voz me chamou por meu nome, justo por cima de minha cabeça. Escutei: “Mamadou!” Levantei instintivamente os olhos. Vi como um ser humano, que vestia algo da cor branca brilhante, um brilho similar a uma luz brilhante sobre uma roupa de linho branco. Tinha algo nos olhos desta pessoa. Eu não estava consciente de nada: só de mim e dele. Não percebi meu movimento na bicicleta ou qualquer outro movimento ao meu redor. Tinha passado uns cinco quilômetros de minha casa, e quando desapareceu de minha vista, vi que minha bicicleta estava em seu lugar habitual na garagem”.

“ Quem será, o que significa isto?”, se perguntou Mamadou. “Imediatamente, tratei de negar o que acabava de experimentar. Não falei com ninguém. Diriam que eu estava louco. Mas a evidência era irrefutável. Porque durante duas semanas dessa experiência voltava a mim: de dia e de noite. De noite, a presença desta pessoa era tão real, como a primeira vez, que lhe perguntei diretamente: Quem és? E o que é que queres?” Mas não houve resposta.

Instruções muito claras
Um dia, ia pela rua junto com um companheiro de classe que era cristão, quando de novo escutou a voz que lhe chamava como na primeira vez: “Mamadou!” Pareceu-lhe que vinha de um lado, olhou para lá, e viu que em um pátio havia um homem que acariciava ternamente um mendigo, mesmo não sendo aquele que lhe tinha falado. “Não pôde explicar a beleza que emanava dessa carícia”, recorda.

– Quem é esse? –perguntou ao seu amigo cristão
– É o padre Gilles.
– Por que é tão lindo esse gesto?
– Ele faz o que Jesus o enviou a fazer.
– Quem é Jesus?
– Você faz muitas perguntas!

“De repente, inesperadamente, em resposta a minha pergunta, a pessoa que me tinha chamado veio a minha mente de modo tão real que voltei a viver nosso primeiro encontro. E sua presença me causou um profundo silêncio. Uma vez mais, não existia nada mais que sua presença e a minha. Em meio deste silêncio a voz disse: “Serás como ele.” Sentei-me em silêncio, perguntando-me o que significava. Vendo que eu estava parado ali, meu amigo se voltou, perguntando o que estava fazendo no meio da estrada. Eu repeti o que tinha ouvido”.

– Tenho que ser como ele- disse Mamadou mostrando o padre Gilles.
– Não pode ser como ele –disse entre risos seu amigo. –Eles são cristãos e você é muçulmano.
– Pois então serei cristão para ser como ele. Como se torna um cristão? – respondeu Mamadou.

Aproximaram-se do padre Gilles, falaram um tempo com ele, e quando se foi o amigo, ficou Mamadou com o sacerdote com mais e mais perguntas.

“Quando falamos de Jesus Ressuscitado, entendi que era a pessoa que me tinha chamado. Reconheci-O da leitura dos Evangelhos e das explicações que me dava o padre Gilles”.

Uma crise na família
“Desde esse dia, comecei a seguir em segredo a catequese. Dada minha reputação e a de meu pai e minha família na comunidade muçulmana, minha conversão à fé cristã se veria como uma loucura inconcebível e severa. Para mim e para minha família, seria uma confusão total. Para meu pai era vital que o primogênito mantivesse a fé que se precisa transmitir aos mais jovens. Muitos deles chegaram à conclusão de que estava ficando louco: inclusive me chamavam de “crazy”.

Chegou o momento em 1992 que souberam que Mamadou, com 22 anos, se preparava para ser cristão. Seu pai o olhou nos olhos, chorando. O jovem tinha que escolher entre sua família ou a fé cristã. “Isso foi o que mais me doeu; minha mãe me suplicava e lutava para manter unida a família. Todos sabiam que minha mãe era meu ponto fraco, que a quero muito. Além disso, eu entendia que se algum de meus irmãos ou irmãs estivesse em meu lugar, eu teria reagido exatamente como meu pai e minha comunidade estavam fazendo”.

Durante quase 15 anos, sua família o repudiou.

Mamadou, já religioso dos Padres Brancos, visitou em 2005 seu pai e sua família começaram a se reconciliar com ele.

Aceitaram seu cristianismo só em 2005, quando foi ordenado diácono nos Padres Brancos. De alguma maneira entendiam que seguia sendo um homem de Deus. E três anos depois, já podendo falar com serenidade com seu pai, Mamadou (agora “Padre Adrien”), contou a ele sua experiência mística do chamado de Cristo.

– Ah! Foi assim que encontrou o profeta Isá [Jesus]… -entendeu então seu pai.

Nessa noite, puderam comer pela primeira vez juntos, do mesmo prato, como faziam sempre antes do conflito. Depois Mamadou Sawadogo, o padre Adrien, iria para o distante Zâmbia como missionário com os Padres Brancos.

Leia também “As 8 coisas assombrosas que o Corão diz de Jesus e todo cristão deveria conhecer”

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O menino que cresceu como uma menina… marcou o caminho

Como se destrói pessoas com a ideologia de gênero: a realidade estarrecedora de seu inventor, John Money

Así destruye a la gente la ideología de género: la realidad estremecedora de su inventor, John Money

O doutor John Money, pai da ideologia de gênero que adotaram depois as feministas e os lobbies gay, experimentou e danou os meninos da família Rainer, e mais…

Emanuele Boffi / Tempi.it- 3 abril 2014-religionenlibertad.com

A Editora São Paulo na Itália, catorze anos depois de sua publicação em inglês no ano 2000, traduziu e publicou ‘As Nature Made Him. The Boy Who Was Raised as a Girl’ (Como a natureza o fez. O menino que cresceu como uma menina”).

O título, em italiano, saiu assim: ‘Bruce Brenda e David. Il ragazzo che fu cresciuto come una ragazza’ (“Bruce Brenda e Davi. O garoto que cresceu como uma garota”).

Nas primeiras três palavras se percebe o sentido deste caso: três nomes, uma única pessoa.

O autor é um jornalista americano, John Colapinto, que transformou em livro sua célebre investigação, publicada pela primeira vez em dezembro de 1997 em Rolling Stone.

 

O caso, que nos Estados Unidos foi muito falado, é desconhecido na Itália [e na Espanha, nota de ReL], mas merece que façamos uma investigada do mesmo, porque é a base da denominada teoria do gênero.

Nascem dois gêmeos, e operam mal um deles
Em 22 de agosto de 1965 nasceram no hospital St. Boniface de Winnipeg (Canadá) dois gêmeos idênticos, Bruce e Brian Reimer. Ambos tinham um problema de fimose no penis, pelo qual foi necessária uma circuncisão, operação simples e de rotina, que os pais, Ron e Janet, deram seu consentimento sem problemas.

Em 27 de abril de 1966, no dia da operação, uma insólita tormenta de neve se abateu sobre Winnipeg, presságio shakespeariano do que haveria de suceder, pois marca o acidente que afetou o pequeno Bruce. Por um erro terrível, queimaram seu penis. «Separou-se em pedacinhos» e «desapareceu completamente».

O doutor Money, inventor da ideologia do gênero
Os pais, desesperados, depois de uma série de consultas médicas se puseram nas mãos de John Money, um médico que tinham ouvido falar na televisão por seus milagres de «realocação sexual» que fazia no Johns Hopkins Hospital de Baltimore.

Money era já na época um dos investigadores em sexologia mais respeitados do mundo.

Com um discurso brilhante e uma inteligência sofisticada, era o criador da ideologia do gênero, baseada na ideia de que a identidade de uma pessoa não está fundada nos dados biológicos do nascimento, mas nas influências culturais e no ambiente em que se cresce.

Money, que dirigia a clínica pioneira em cirurgia transexual de Baltimore, ficou encantado de se ocupar do pequeno.

O bebê, cobaia para o cientista ideólogo
Bruce era a cobaia que ele estava esperando para demonstrar a bondade de suas teorias, um pequeno menino sem penis que podia transformar em uma menina.

Na época, o doutor já era um assíduo dos programas de televisão, em que argumentava a favor do «matrimônio aberto, do nudismo e de outras formas de cultura sexualmente desinibida».

Definido pelo New York Times como um «agente provocador da revolução sexual», defendeu o filme pornô ‘Garganta profunda’ e assinou editoriais sobre a «nova ética do sexo lúdico».

Animaba seus pacientes a experimentarem todo tipo de desejo sexual, incluída a «chuvia dourada» (urinar em cima durante a relação sexual), a coprofilia, as amputações e o auto-estrangulamento. Para Money não eram perversões, mas «parafilias».

Quanto a pedofilia não via tão mal…
Em abril de 1980 explicou na revista Time que uma experiência de pedofilia «não tinha necessariamente uma influência negativa sobre a criança».

Durante toda sua carreira este homem foi reverenciado, recebendo homenagens, numerosos reconhecimentos e prêmios, além de saborosas subvenções.

Criou a primeira clínica para a identidade do gênero, celebrada pelas maiores e mais importantes revistas americanas e internacionais.

Hoje seus estudantes e protegidos, conta Colapinto, «ocupam posições proeminentes em algumas das universidades, instituições de investigação e revistas científicas mais estimadas dos Estados Unidos».

O doutor ” parecia um deus”, disse a mãe
Até conhecer Bruce, o campo de ação de Money se tinha limitado aos hermafroditas. O menino foi para ele sua ocasião dourada.

Quando Ron e Janet, que na época tinham só 20 e 21 anos, o conheceram, ficaram fascinados pelo personagem. « Parecia um deus», disse ela.

O médico explicou a eles que podia dar ao menino uma vagina que funcionaria perfeitamente, mas necessitava de sua colaboração para que Bruce se convertesse em menina.

Era importante que a vestissem como uma menina, que não lhe cortassem o cabelo, que fizessem o possível para que ela se sentisse “uma ela” e não “um ele”. Então teria uma vida feliz.

Primeiro passo: castrar o menino
Em 3 de julho de 1967 Bruce foi castrado pelo Dr. Howard Jones, um colaborador de Money que em seguida o abandonou para empreender uma profissão mais remunerativa: abriu na Virgínia a primeira clínica para a fecundação in vitro.

Deste modo, Bruce se converteu em Brenda. Durante os primeiros anos, Ron e Janet se lançaram de cabeça nesta empresa.

 

O menino que foi chamado Bruce ao nascer,
reconvertido pelo doutor Money na menina Brenda

Mas algo não ia bem. A pequena Brenda ignorava as bonecas que lhe presenteavam, adorava lutar com seus amiguinhos, construía fortes em lugar de pentear-se diante do espelho. No banheiro, fazia pipi de pé.

Os primeiros anos do colégio pioraram muitíssimo a situação. Brenda começou a ser especialmente violenta e a suspenderam.

Vendendo o “êxito”
Em 1972, Money publicou seu livro ‘Man & Woman, Boy & Girl (Homem e Mulher, Menino e Menina), em que pôs o mundo ciente do extraordinário «caso dos dois gêmeos».

No volume descrevia o experimento como um «rotundo éxito». Era a «prova conclusiva» de que «não se nasce macho ou fêmeas, mas que se convertem em macho ou em fêmea».

O caso teve repercussão mundial. Adotada pelo movimento feminista, a obra foi louvada nas primeiras páginas da revista Time e do New York Times Book Review, o que deu ao seu autor a indiscutível celebridade de um guru.

Suas tese, se escreveu então, teriam sobre a história da humanidade uma influência comparável à «teoria da evolução de Darwin».

 

O mundo adotou a nova ideologia
Só um desconhecido investigador chamado Milton Diamond se atreveu a expressar sua perplexidade diante do caso. Mas foi ignorado. Ao contrário, «o caso dos gêmeos de Money foi decisivo para que se aceitasse universalmente não só a teoria segundo a qual os seres humanos são, quando nascem, psicossexualmente modeláveis, mas também a cirurgia de realocação sexual como tratamento para as crianças com genitais ambíguos ou que sofreram danos. O método, que antes se realizava só no Johns Hopkins, se difundiu rapidamente e hoje se realiza em quase todos os principais hospitais do país».

No entanto, a realidade ia em outra direção muito diferente.

Brenda continuava se comportando «como um marimacho», defendia seu irmão nas brigas e lhe custava estar com suas amigas.

Os experimentos de Money
Periodicamente, os dois irmãos iam à clínica de Money para serem submetidos a estressantes testes psicológicos.

Durante estas sessões, aos dois gêmeos de seis anos se mostravam imagens de sexo explícitas «para reforçar sua identidade/papel do gênero».

Os dois irmãos eram obrigados a simular atos sexuais entre eles.

Em uma ocasião, o Dr. Money «tirou uma foto com uma Polaroid».

Para Brenda, estas sessões, que tinha que se submeter também só, eram uma tortura.

Em seus sonhos imaginava que estava com vinte anos «com bigodes», mas tinha medo de dizer a seus pais por temor de desiludi-los.

De fato, Ron e Janet, frustrados pelo comportamento da menina, tentavam por todos os meios aplicar os conselhos de Money: ficavam nus pela casa, iam a acampamentos de nudistas, pressionavam a pequena para que assumisse atitudes femininas.

O preço da ideologia
Tudo isso os levou a um esgotamento nervoso: Janet tentou se suicidar, Ron começou a beber.

Money, entretanto, publicou um novo livro de sucesso (Sexual Signatures, “Características sexuais”) em que voltou a falar de Brenda, que «estava atravessando felizmente sua infãncia como uma verdadeira garota».

Na realidade Brenda, com onze anos, começou a ter instintos suicidas.

Os assistentes sociais e os médicos de sua cidade entenderam que algo não ia bem, mas a fama de Money era demasiado grande para poder sombreá-la.

Brenda passou sua infância de um psicólogo a outro.

Aos doze anos começou o tratamento com estrógenos para fazer crescer peito.

Na última visita que teve no estúdio do Dr. Money teve um encontro com um transexual que ampliou as vantagens de operação cirúrgica de mudança de sexo. Brenda fugiu e disse a seus pais que se a obrigassem a voltar na clínica «se suicidaria».

Ser uma “garota” sem o doutor Money
Mesmo afastada do médico, Brenda continuou tendo uma vida difícil. No colégio a chamavam de «gorila» e alguns jornalistas começaram a se interessar por ela. Em 1977, uma equipe da BBC foi a Winnipeg para falar com seus médicos. Todos confirmaram a mesma impressão: Brenda não era a «garota feliz» que falavam os best-sellers de Money.

O mesmo doutor, contatado pela BBC, se negou a ver os jornalistas, fechando-lhes a porta em seus narizes. O documentário, intitulado ‘The First Question’ (A primeira pergunta), emitido em 19 de março de 1980, passou despercebido.

Alguns dias antes, em 14 de março, Ron havia revelado a sua filha sua história. Como relata Colapinto, Brenda «se sentiu aliviada» porque por fim entendeu que «não estava louca». A primeira pergunta que fez a seu pai foi: « Qual é meu nome?».

Voltar a ser homem
Brenda decidiu voltar ao seu sexo biológico. Escolheu se chamar Davi porque este é o nome «do rei assassino de gigantes da Bíblia», o menino que combateu e venceu o poderoso Golias.

Começou a se injetar testosterona, cresceram os primeiros pelos no rosto, aos dezesseis anos se submeteu à primeira operação para a criação do penis. Enquanto esperava a maioridade, permaneceu escondido dois anos no sótão de sua casa.

Aos dezoito anos pôde entrar na posse do dinheiro que o St. Boniface Hospital lhe tinha concedido como indenização e adquiriu um furgão equipado com todas as comodidades, que batizou segundo o fim que tinha que ter: «Furgãozinho para copular».

A coisa não foi assim. Davi não tinha capacidade de ereção e a coisa se espalhou entre seus amigos.

Tentou de novo o suicídio duas vezes.

Aos vinte e dois anos se submeteu a uma faloplastia e, dois anos depois, teve sua primeira relação sexual. Mas ainda era profundamente infeliz.

 

David Raimer, depois de rechaçar sua feminização

Algo inovador: orar
Colapinto relata que no verão de 1988 David fez «algo que não tinha feito antes: acabei rezando. Disse: “Tu sabes que tenho tido uma vida terrível. Não tenho intenção de me queixar contigo porque Tu deves saber porque estás me fazendo passar por tudo isto. Poderia ser um bom marido, se me desse a possibilidade”».

Dois meses depois conheceu a Jane, uma mãe solteira que tinha tido três filhos de três homens diferentes. Enamoraram-se. David vendeu o inutilizado furgãozinho para copular e comprou um anel de brilhantes. Casaram-se em 22 de setembro de 1990.

Uma ideologia que trazia financiamento
Milton Diamond, o primeiro investigador que contestou as teses de Money, desferiu um duro golpe em sua credibilidade. Money, mesmo que já se falasse do caso dos gêmeos, continuava sustentando as teses do gênero que continuavam facilitando grandes financiamentos, também públicos.

Mas em 1994, Diamond, depois de ter conhecido David, escreveu um artigo para desvendar a realidade sobre o “caso dos dois gêmeos”.

A tese do texto era que, mesmo a educação tendo um papel importante ao plasmar a identidade, esta é fruto do dado biológico concedido pela natureza. Diamond demorou dois anos para encontrar uma revista que aceitasse o texto e quando apareceu foi uma bomba.

David concedeu algumas entrevistas na televisão com o rosto escondido. Depois aceitou o pedido para se reunir com Colapinto pelo simples motivo que este trabalhava para Rolling Stone e David gostava de rock’ n’ roll.

Aparece a verdade
Para Money – «Hot Love Doctor» (Doutor Amor Quente, ndr), como o chamavam os jornais – começou o declive.

No Johns Hopkins se nomeou como diretor de psiquiatria Paul McHugh, um católico orgulhoso de sê-lo, que pôs em andamento uma investigação sobre cinquenta transexuais tratados na clínica para a identidade sexual do Hopkins desde sua fundação em 1966. Nenhum deles tinha sentido nenhum benefício.

Fechou-se a clínica, apesar dos inúteis protestos da comunidade dos transgêneros.

No entanto, em 1997 Money obteve um reconhecimento como «um dos maiores investigadores do século no campo da sexualidade». Faleceu em 7 de julho de 2006 em Towson.

A família Reimer nunca se curou
Os demônios não deixaram de perseguir a família Reimer. Só Ron, depois de um período dificil vinculado ao álcool, conseguiu retomar as rédeas de sua vida.

Janet continuou sofrendo profundas crises depressivas.

Brian teve vários fracassos matrimoniais e passou pelas drogas e o álcool. Suicidou-se em 2002.

David, depois da morte de seu irmão, não foi mais o mesmo. A empresa em que trabalhava fechou, brigou com sua mulher. Em 4 de maio de 2004 foi até um estacionamento isolado e deu um tiro na cabeça. Tinha 38 anos.

 https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&list=PL53bmKra1OcAuopMAsztyI44_m3bPMN6W&v=bV0NbRDqyzc

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Clamor contra a proposta do Cardeal Kasper sobre ‘casamento de dois níveis “continua

POR HILARY WHITE, CORRESPONDENTE EM ROMA

ROMA, 24 março 2014 ( LifeSiteNews.com ) –

A reação continua entre os pensadores católicos contra proposta de um cardeal do Vaticano para permitir que os católicos divorciados e recasados ​​civilmente possam receber a Sagrada Comunhão, após um “período de penitência”, sem alterar seu estilo de vida.

Um colunista, professor de filosofia e um cardeal arcebispo adicionaram mais combustível para a luta contra a recomendação do cardeal Walter Kasper , presidente emérito do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos.


Cardeal Walter Kasper

Autor e colunista Francesco Agnoli, num longo editorial no jornal católico Il Foglio , chama a proposta de Kasper, dada ao consistório de cardeais em 20 de fevereiro, “incompreensível” e um ataque claro sobre os preceitos da Sagrada Escritura.

“O senhor realmente acredita, cardeal, que uma proposta para minar o casamento, no Ocidente, onde tudo já está caindo aos pedaços, possa servir para fazer alguém feliz?” Agnoli perguntou a Kasper.

“O senhor realmente acha que aqueles que quebraram a comunhão entre homem e mulher de sua vida (e as crianças que nascem), podem recuperar a plena comunhão com Deus, se apenas um padre lhe der a Eucaristia?”

“O senhor pode realmente achar que podemos salvar o doente deste grande” hospital de campanha “, que é o Ocidente doente … só por dizer que o paciente está confortável? Essa fidelidade não é um valor absoluto? “

Os críticos disseram que a proposta criaria uma espécie de equivalente eclesiástico para “uniões civis”, em que um segundo casamento poderia ser “tolerado”, mas não sacramentalmente validado.

A Igreja baseia a sua doutrina sobre as palavras de Cristo nos Evangelhos, que disse em Mateus, 19, 8, “Por causa da dureza do vosso coração que Moisés vos permitiu repudiar vossas mulheres, mas desde o começo não foi assim. E eu digo, que qualquer que repudiar sua mulher, exceto por causa de fornicação, e casar com outra, comete adultério. “

Mas Kasper, que muitos consideram o líder da ala “liberal” do episcopado da Igreja, disse: “A questão é, portanto, como a Igreja pode refletir este emparelhamento indivisível da fidelidade e da misericórdia de Deus em sua ação pastoral.” É isso “misericórdia”, disse o cardeal Kasper, que obriga a criação de um “novo paradigma” para “a prática pastoral.”

“Depois do naufrágio do pecado, o náufrago não deve ter um segundo barco a sua disposição, mas sim um bote salva-vidas”, disse ele.

Agnoli tornou-se o mais recente em uma série de respostas indignadas a esta proposta daqueles católicos que dizem que isso faria de uma vez um naufrágio da Igreja obrigando os sacerdotes a agirem contra a sua consciência e os ensinamentos católicos por conhecimento de causa profanando a Eucaristia. Agnoli disse que a proposta de Kasper não vem de fontes católicas, mas da teologia protestante.

Professor Danilo Castellano, um filósofo político da Universidade de Udine, disse a ‘Il Foglio’ que a sugestão de Kasper é simplesmente contrária ao entendimento da Igreja do perdão de Deus. Pois “o chamado divorciado ‘casou novamente’ para invocar e alcançar misericórdia”, escreveu Castellano “, eles devem reconhecer sua culpa ( como Davi ) e pedir perdão. A condição sine qua non disso é o abandono do estado de pecado. Na verdade, Deus dá não apenas “uma segunda chance”, mas um número infinito de possibilidades de perdão. Ele não posso perdoar, no entanto, “aqueles que pretendem permanecer obstinadamente em pecado.

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Enquanto a maioria está alertando que a sugestão de Kasper irá resultar em um “nivelamento por baixo” da doutrina católica sobre a indissolubilidade do matrimônio, Castellano vai mais longe, dizendo que é sim um “abandono” do mesmo, o que tornaria desnecessário o Magistério e, em última instância , desnecessário para a discussão sinodal sobre a mesma questão.

Castellano também identifica a teologia de Kasper com o protestantismo, particularmente com a doutrina de Martinho Lutero que não acreditava que Deus erradica o pecado de uma pessoa, mas apenas ignora-o quando Ele perdoa. A versão de Kasper de “misericórdia”, disse ele, é realmente “misericórdia Luterana: a misericórdia que não implica o abandono preliminar e necessário do pecado, mas apenas a certeza de que Deus não leva isso em conta.”

Mas “se a misericórdia devia ser entendida como indiferença para com Deus por causa do pecado, a encarnação, paixão e morte de Cristo na cruz, seria um absurdo realmente incompreensível”, disse ele.

Também publicado pelo ‘Il Foglio’ é uma longa análise da proposta pelo cardeal Carlo Caffarra, arcebispo de Bolonha, que disse que não é só em contradição direta com as escrituras e os ensinamentos imutáveis ​​da Igreja, mas da explicação e desenvolvimento desses pelo abençoado – e logo vai ser Santo – João Paulo II. O papa no final de 1980 na Exortação Apostólica, Familiaris Consortio , é ir “diretamente no fogo cruzado”, disse Caffarra, que era um dos consultores do Sínodo sobre a Família em 1980.

Caffarra disse que, naquela época, a questão dos católicos divorciados e recasados ​​civilmente foi longamente discutido e que a afirmação de Kasper, e daqueles de seus partidários, que o “contexto cultural” Familiaris Consortio “completamente diferente” não é verdade. Pelo contrário, disse ele, o documento oferece uma visão sobre a forma de abordar o problema, que é atemporal e não é afetado por mudanças nas tendências históricas e correntes.

Quando Cristo foi perguntado sobre o divórcio, disse Caffarra Sua resposta foi a de oferecer um princípio imutável: “Você tem que sair dessa lógica casuística e olhar em outra direção. … ou seja, você tem que olhar para onde o homem e a mulher vieram à existência, que, na verdade plena de ser ‘homem e mulher ‘ chamados a tornar-se uma só carne. “

Quanto à referência do Kasper a supostas alterações no “sensus fidelium” ou sentido geral e compreensão de todos os fiéis, esta é também uma desorientação. Caffarra disse: a “Familiaris Consortio afirma que a Igreja tem um sentido sobrenatural da fé, que não consiste somente ou necessariamente no consenso dos fiéis.”

“A Igreja, seguindo a Cristo, procura a verdade, que nem sempre coincide com a opinião da maioria. Escuta a consciência e não o poder. E assim ela defende os pobres e os oprimidos. “

A referência de Kasper era provável que os resultados de uma pesquisa global emitido pelo departamento do Vaticano encarregado de preparação para Sínodo Extraordinário de Outubro, sobre a família, que constatou que a grande maioria daqueles que se autodenominam Católicos não querem saber ou aderir ao ensinamento da Igreja sobre a sexualidade. Mas Caffarra disse que as pesquisas e análises estatísticas, enquanto “valorizadas pela Igreja” não são “para serem consideradas uma expressão do sentido da fé.”

A Igreja, Caffarra disse, não propõe uma espécie de “ideal” do casamento para “lutar por”, mas uma definição, uma descrição de uma realidade objetiva, que é impotente para mudar. Este é o contexto dado pela Familiaris Consortio, que “identifica o sentido mais profundo da indissolubilidade do matrimônio.”

“Familiaris Consortio, então, tem sido um grande desenvolvimento doutrinário, possibilitado pelo ciclo de catequeses do Papa João Paulo II sobre o amor humano”.

Esse documento, acrescentou, “não ignora os problemas reais. Ele também falou do divórcio, de coabitação livre, da admissão de divorciado e casado novamente, à Eucaristia. “Para caracterizá-lo como pertencente ao passado, disse ele, sem mais nada a nos dizer” é uma caricatura. Ou é uma consideração feita por pessoas que não leram isso. “

Algo semelhante, Caffarra acrescentou, poderia ser dito sobre a tentativa de marginalizar a encíclica do Papa Paulo VI, Humanae Vitae , que foi descrita pela conferência dos bispos alemães como a criação de apenas “confusão”.

“Depois de quase 46 anos”, disse ele, “nós vemos brevemente o que aconteceu com a instituição do casamento e percebemos o quão profético que era o documento. Ao negar a ligação inseparável entre a sexualidade conjugal e da procriação, que está negando o ensinamento da Humanae Vitae, abriu o caminho para a desconexão mútua entre a procriação e a sexualidade conjugal: do sexo sem bebês para bebês sem sexo. “

A negação, dentro e fora da Igreja, da Humanae Vitae doutrina, disse ele, “progressivamente escureceu o fundamento da procriação humana … e tem gradualmente construído a ideologia que qualquer pessoa possa ter um filho, homem ou mulher e gays talvez por barriga de aluguel. “

“Então nos mudamos de acordo com a ideia de que a criança que espera como um presente, para o filho planejado como um direito: diz-se que não existe o direito de ter um filho.” Ele citou uma decisão judicial recente, em Milão, que afirmou ao ” direito de ser um pai. “

“Como se pode dizer que há um direito de ter uma pessoa. Isto é incrível. Eu tenho o direito de ter as coisas, e não pessoas “, disse Caffarra.

http://www.lifesitenews.com/news/outcry-against-cardinal-kaspers-two-tier-marriage-proposal-continues

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