papa juan pablo ll
Em 1976 Juan Pablo II fez uma advertência profética.
Falou sobre a ascensão de uma “anti-Igreja” que pregaria um “anti-Evangelho”.
João Paulo ll o Papa profético
O Padre Linus Clóvis da Vida Familiar Internacional disse no Foro da Vida em Roma, que já está aqui. E que é “indistinguível da ideologia secular, que tem derrubado tanto a lei natural como os Dez Mandamentos”.

“Este anti-Evangelho, que busca elevar a vontade do indivíduo para consumir, ao prazer e ao poder – disfarçado de ‘direitos humanos – ‘sobre a vontade de Deus.
É o que foi rechaçado por Cristo quando foi tentado no deserto..
E agora volta a aparecer, com toda sua soberba luciferina, para promover uma atitude narcisista, hedonista que rechaça qualquer limitação, exceto as impostas pelas leis feitas pelo homem”, disse.
Hoje presenciamos essa terrível batalha dentro da Igreja.
O inimigo se infiltrou e criou o caos.
Tudo isto previu João Paulo II em sua profecia.

A PROFECIA DE JOÃO PAULO II

Em um discurso durante o Congresso Eucarístico de 1976 para a celebração do Bicentenário da assinatura da Declaração da Independência dos Estados Unidos dado pelo Cardeal Wojtyla (João Paulo II), ele disse:
“Agora estamos parados frente a maior confrontação histórica que a humanidade experimentou alguma vez. Não creio que o grande círculo da Sociedade Americana, ou de todo o amplo círculo da comunidade cristã perceba isto completamente.
Agora nós enfrentamos a confrontação final entre a Igreja e a anti-igreja, entre o Evangelho e o anti-evangelho, entre Cristo e o anti-cristo. O enfrentamento se encontra dentro dos planos da Divina Providência. Está, portanto, no plano de Deus, e deve ser um julgamento que a Igreja deve assumir e enfrentar com valentia…” “Temos que estar preparados para submeter-nos a grandes provações no futuro não muito longínquo.

Provações que nos obrigarão a estarmos dispostos a renunciar inclusive a nossas vidas. E uma entrega total de nós mesmos a Cristo e para Cristo. Através de suas orações e da minha, é possível aliviar esta aflição, mas já não é possível evitar que suceda. Quantas vezes a renovação da Igreja foi através do sangue! Não vai ser diferente desta vez”. Isso foi há quarenta anos.
Podemos seguir fingindo que o mundo não está afetado por algo muito obscuro. Que não há nada sobrenatural pelo qual preocupar-nos, e tampouco alegrar-nos. Podemos seguir crendo que os tempos presentes não são diferentes que os tempos de antes. Porém João Paulo II faz que nossas negações pareçam ainda mais ridículas, porque quando ninguém dizia ele já profetizou.

ISTO JÁ ESTÁ REALIZADO

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O Padre Clóvis disse recentemente no Foro sobre a Vida em Roma, organizado pela Voz da Família, que o aumento da anti-Igreja está ocorrendo lentamente mas de maneira constante, durante os últimos anos sua velocidade tem sido especialmente notável.

“Durante o último meio século, houve uma crescente crise na Igreja, que surgiu tanto de uma falta de ensinamento claro e sem ambiguidades. E a partir de um clima de dissenção entre sacerdotes, religiosos e leigos. Dentro da Igreja contemporânea, a crise chegou ao seu ponto culminante, quase ao ponto de rompimento, pelo rechaço velado dos paradigmas de Nosso Senhor. E a debilidade das posições doutrinais estabelecidas pelas práticas pastorais”. Indicou que há uma sensação entre os fiéis católicos que “as coisas eclesiásticas e católicas estão caindo aos pedaços”. E que “se desatou sobre a Igreja uma anarquia pastoral” Disse também que está trabalhando dentro da Igreja um “poder oculto” que lança combustível a esta anarquia.

Clóvis disse que o aumento da anti-Igreja leva a um assalto direto sobre o “pilar da criação” e fundamento da ordem social: a verdade da relação entre o homem e a mulher tal como se expressa no matrimônio e na família. Recordou que a Irmã Lúcia, uma das videntes de Fátima, disse no final de sua vida que “a batalha final entre o Senhor e o reino de satanás se fará sobre o matrimônio e a família”. “É bem sabido que qualquer manipulação de uma pedra angular provoca o risco do colapso de todo o edifício”, disse. “A pedra angular, a célula básica da sociedade é o matrimônio e a família”. E a anti-Igreja está trabalhando para minar este fundamento.

“Com a aceitação tácita da anticoncepção e o divórcio, o recente abraço ‘misericordioso’ aos divorciados que se tornaram a casar e a benigno vista boa ao ‘matrimônio’ do mesmo sexo, o fundamento está sendo manipulado e se chegou ao ponto ômega”, disse Clóvis.
Observou como o secularismo ateu, que alimenta a anti-Igreja, tem estado “trabalhando para o desaparecimento da família, conduzido pelo espírito da ideologia LGBT” “Seu rosto público é a ‘correção política’ e seu vestido de domingo é a inclusão e não julgar. Advertiu os católicos como a anti-Igreja tratará de enganar os fiéis fazendo-se passar pela verdadeira Igreja”.
Tal como havia profetizado João Paulo II há 4 décadas.
Padre Linus Clóvis

A BATALHA DENTRO DA IGREJA

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“É evidente que a Igreja Católica e a anti-Igreja atualmente coexistem no mesmo espaço sacramental, litúrgico e jurídico. Depois de ter se tornado mais forte, agora está tratando de fazer-se passar pela verdadeira Igreja. Induzindo ou coagindo os fiéis a serem aderentes, promotores e defensores de uma ideologia secular”. Tal como sugeriu João Paulo II os direitos do homem suplantarão os direitos de Deus no espaço da verdadeira Igreja.

“Portanto,
–os políticos que votam a favor do aborto e do “matrimônio” do mesmo sexo serão bem vindos nas filas da comunhão;
–esposos e esposas que abandonaram seus cônjuges e filhos e entraram em relações adúlteras serão admitidos aos sacramentos;
–sacerdotes e teólogos que rechaçam publicamente as doutrinas e a moral católica estarão em liberdade de exercer o ministério;
–e se estenderá a dissidência, enquanto os católicos fiéis serão marginalizados, caluniados e desacreditados a cada passo”.

E acrescentou um dado importante:
“Para conseguir seus objetivos, a anti-Igreja, têm a colaboração dos poderes seculares, usa a lei e os meios de comunicação para levar à submissão a verdadeira Igreja. Com um hábil uso dos meios de comunicação, os ativistas da anti-Igreja conseguem intimidar os bispos, o clero e a maior parte da imprensa católica levando-a ao silêncio. Do mesmo modo, os fiéis leigos estão aterrorizados pelo medo da hostilidade, do ridículo e do ódio que cairia sobre eles no caso de oporem-se à imposição da ideologia LGBT”.

E cita um exemplo muito claro deste processo:
“Em 2015, a congregação de São Nicolau de Mira na arquidiocese de Dublin fez uma ovação de pé ao seu pároco quando declarou no púlpito que era homossexual. E os instou a apoiar o ‘matrimônio’ de pessoas do mesmo sexo no referendum irlandês”. “Portanto, a influência opressiva da anti-Igreja se vê mais claramente operando quando uma pessoa tem medo de defender abertamente a revelação de Deus sobre a homossexualidade, o aborto ou a anticoncepção em sua comunidade paroquial”.

OS SACERDOTES E BISPOS SÃO O CENTRO DO ATAQUE

Também Clóvis descreveu que os adeptos da anti-Igreja apontam especialmente aos sacerdotes e bispos para que sejam o transporte da linha do anti-Evangelho. Sabendo que quando estiverem submissos podem influenciar inumeráveis almas levando-as longe da verdadeira Igreja. “Sacerdotes e bispos são os líderes naturais dos leigos e estão presos na ampliação do medo gerado pela anti-Igreja. Também, devido à promessa de obediência e respeito, o medo, sendo reverencial, se agrava em grande medida.Vemos assim as fileiras divididas, sua separação da unidade e seu espírito evangelizador estigmatizado como proselitismo e sem sentido solene”.

Também menciona que:
“Os bons pastores fiéis estão sendo etiquetados como pequenos monstros lançando pedras aos pobres pecadores, ou que estão tratando de reduzir o sacramento da reconciliação em uma câmara de tortura, ou que estão escondendo-se atrás dos ensinamentos da Igreja, sentados na cadeira de Moisés e julgando com superioridade e superficialidade”.

Mais ainda,
“Aos sacerdotes dizem que devem uma desculpa aos homossexuais. Além disso, chamam de recitadores de orações e, estigmatizam a assistência frequente à missa e confissão frequente como um demérito”. Clóvis chama a influência de Francisco dentro da Igreja ‘uma grande e verdadeira bênção’, porque seu ensinamento ambíguo tem levado a anti-Igreja a sair das sombras e por-se à vista de todos os fiéis. E isto dá agora aos fiéis a possibilidade de discernir qual amo seguir. “Um conflito oculto durante mais de cem anos se desatou na Igreja. Um conflito que foi manifestado de forma explícita pelo Papa Leão XIII, parcialmente contido por São Pio X, porém desatado no Vaticano II”.

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E acrescentou:
“A exortação apostólica Amoris Laetitia foi o catalizador que dividiu não só bispos e conferências episcopais entre si, mas sacerdotes e seus bispos, e deixou os leigos, ansiosos e confundidos”.
A apresentação do Padre Clóvis tem o poder de colocar a situação na implantação atual que está levando a profecia de João Paulo II. “E estamos em um ponto em que cada um de nós, como os anjos tiveram que decidir no princípio, terá que decidir por si mesmo se prefere seguir Lúcifer ou Cristo”.

A ESTRATÉGIA PARA APAZIGUAR DEUS

Diante desta situação o Padre Clóvis sugere uma estratégia. “A estratégia requer que, com o fim de ‘apaziguar Deus, que está profundamente ofendido, devem ser satisfeitas três condições principais:
-uma reforma da moral com plena adesão das leis naturais e divinas;
-a devoção dos Cinco Primeiros Sábados e
-a consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria”.

Isto evitaria um maior perigo nos tempos que se aproximam. “A Virgem, com preocupação maternal, advertiu das consequências de ignorar Sua mensagem: guerras, Rússia estendendo seus erros, a perseguição da Igreja e do Santo Padre”. “Ela, no entanto, concluiu sua mensagem com um vestígio de esperança: ‘no final meu Coração Imaculado triunfará e se dará um período de paz ao mundo’”, acrescentou.

Clóvis disse que os católicos que buscam ser fiéis a Cristo e a Igreja que Ele fundou não tem porque ter medo da atual turbulência que estão presenciando. “Devem reconhecer que ‘nossa luta não é contra o sangue e a carne, mas contra principados, contra potestades, contra os poderes deste mundo de trevas, contra as hostes espirituais da maldade nas regiões celestes’. Lutamos, como os Apóstolos, tendo os mártires como nossos modelos e Jesus Cristo como nossa recompensa”, acrescentou.

http://forosdelavirgen.org/72317/la-profecia-del-cardenal-wojtyla-luego-juan-pablo-ii-en-1976-13-11-19/#.WTRE4bTWM6w.google_plusone_share

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